Podcast #57 O Poderoso Chefão – Em Nome da Família

Voltamos com um podcast novinho…

E dessa vez Léo Agrelos, Aline Toledo, Fillipe Rocha e Nito Xavier, conversam sobre um dos maiores filmes da história do cinema, com certeza o maior quando o assunto é máfia (ops, FAMÍLIA).

Aperte o play e venha conosco, você que aprecia a sétima arte e você que acha que Corleone é somente a escola que o Chris estudava em 1986.

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Leonardo Agrelos
Se acha um host, mas não sabe houstear. Se acha um podcaster, mas tem a linguá presa. Se acha um nerd, mas nunca terminou de ler O Senhor dos Anéis. Se acha um escritor, mas sempre procura no Google como se escreve impeachment. Entre tantos achismos uma certeza, a de que tem que melhorar como pessoa para parecer menos com um babaca.
http://www.pupilasembrasas.com.br
  • Olá, querido amigos pupileiros!

    Sim, ouvir suas vozes de empolgação feat. alegria contagiante todas as semanas já fez com que eu me sinta amiga de todos. 😉

    Confesso à vocês que, apesar de ter gostado muito e achado que esse foi o melhor cast que ouvi do Pupilas até aqui, pensei várias vezes antes de comentar. Perdi meu pai há pouco mais de um mês e me identifiquei muito com a reflexão e aplicação que vocês fizeram.

    Nossos avós e pais sacrificaram muita coisa para que nós tivéssemos algo para construir e, talvez por conta disso, a nossa geração acabou sendo construída em uma base rasa, onde antes mesmo de crescer e amadurecer, já temos que decidir o que vamos ser na vida, porque o mercado de trabalho não perdoa e só somos alguma coisa relevante com um diploma, um emprego que pague milhões, uma família certinha. Tudo isso vai gerando em nós uma competitividade e ambição que não tem limites e vai se espalhando para todos as áreas da nossa vida. Assim, vamos seguindo na vida sem nos deixar tocar pelo que é essencial.

    “E olhei eu para todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também para o trabalho que eu, trabalhando, tinha feito, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito, e que proveito nenhum havia debaixo do sol.” (Eclesiates 2.11). Eu tive uma experiência muito impactante relendo recentemente este livro em uma época em que troquei de emprego, minha mãe adoeceu, logo depois meu pai adoeceu também e enlouqueci na pressão de que eu era a única responsável pela manutenção da família. Quando eu li Eclesiastes foi como um tapa na minha cara, dizendo que eu precisava acordar e me importar com o que realmente tem valor na minha vida, para a minha família e para o Reino de Deus. Em tempo, vem Jesus e diz que “A vida vale mais do que o sustento e o corpo mais do que as vestes.” (Lucas 12.23) Que lição é essa, né gente? É nesse momento que aceitamos o desafio e aprendemos, como disse a Aline, a ir infinitamente além no amor.

    Parabéns pelo cast maravilhoso! Vocês estavam inspiradíssimos e tudo que foi dito me marcou muito, obrigada.

    Até a próxima o/

  • Fala Galera! Sensacional este episódio. Já assisti o Poderoso Chefão várias vezes. A última vez que assisti foi no começo do ano, com minha esposa e meus filhos, assistimos os três filmes em sequência. Como obra cinematográfica é inquestionável. Como reflexão acho positivo pois nos faz ver o quanto o ser humano pode ser mau. Não jogaria na brasa, com o argumento de que ninguém no filme é bom pelo fato de que se formos olhar por este aspecto teríamos que queimar a Bíblia, pois tirando a Trindade, todos os personagens bíblicos são, de alguma forma, maus e falhos. Grande Cast e grande abraço…

    Luis Vulcanis
    http://www.esconderijounderground.com

  • Caramboooolaaasss!!! Posso aplaudir de pé?! Bravo!
    Esse já está caracterizado como meu podcast favorito de vcs. Aline, amei sua analize socioantropológica do filme! Como assim vcs trouxeram essa aplicação para os nossos dias minando as desculpas dos pais de encher os filhos de atividades?! Agora eu quase chorei com o elo que vcs fizeram com a historia de Diná, poxa vida! Nunca esse verso ficou tão claro na minha mente como agora “Quem amar pai ou mãe mais do que a Mim não é digno de Mim” e é isso mesmo, dizemos que vivemos numa sociedade evoluida que ainda julga a todos pelo codigo de Hamurabi. Sempre buscamos justificar nossos atos violentos contra o proximo dizendo que é por amor a nossa familia. Que engano poderoso! Amar é perdoar, por amor a minha familia eu tenho que perdoar, que dificil!!!Vou refletir muito sobre o assunto durante o dia, obrigada!
    Uma sugestão para os posts futuros: “300 de Esparta x 300 de Gideão”
    Forte abraço

  • Gente o podecast ta muuuuuito show, sou fã do Poderoso Chefão e já quero ler o livro antes de ver novamente o filme. Eu concordo que o nome “O Padrinho” é mais forte que o nome dado em portugues, porque O Poderoso Chefão dá realmente com ar de poder e maldade que havia na máfia, já “O Padrinho” mostra mais o lado da familia que eles realmente eram, uma familia de mafiosos, mas que havia um codigo de honra e respeito. E o Dom Corleone é mais que um Chefe é o segundo pai de todos ali. Vou continuar ouvindo, mas não resisti em parar para comentar essa parte.

  • Curti o episódio pessoal! Também gosto da trilogia e dá pra perceber o quanto as pessoas podem mudar (para o mal, no caso do Michael).
    Sobre o nome, se fosse lançado nos anos 90, provavelmente seria “Uma família do barulho”, e se fosse nos anos 2000 seria “Um homem de família”. hahahaha

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  • Luciano Duarte

    AAAAAAA galera, sou fã desse filme.

    só pontuando.
    -o nível de complexidade do Dom e do Michel, claro que não da pra comparar, o Michel foi muito longe, mas o Dom começou roubando tapete e matando as principais referencias de Máfia da época, quando as famílias se estabelecem o sistema estava bem maior e se tratava de uma questão de respeito que o Michael não teria sem tirar a referência da época (o que era bem mais complicado).

    claro que o Michael teve que ir mais longe, e a institucionalização de algo errado ja estava na praça quando desde que o pai dele estava no poder, essa construção do personagem “Michael” foi justamente a questão do filme…. mas pra ele que pegou o bonde andando, teve que se submeter a essa realidade… e claro que foi além das expectativas para permanecer no poder até o final do ultimo filme.

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