Podcast #66 – Star Wars: O Despertar da Salvação


Você provavelmente já ouviu um, ou vários,  podcasts sobre Star War. Mas provavelmente não com tanta divergências de opiniões. Léo Agrelos, Fillipe Rocha, Adriano Toledo, Thaís Xavier e Diego Barreto, expõem seus corações ao falar dos seis primeiros filmes dessa saga que revolucionou a história do cinema.

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Leonardo Agrelos
Se acha um host, mas não sabe houstear. Se acha um podcaster, mas tem a linguá presa. Se acha um nerd, mas nunca terminou de ler O Senhor dos Anéis. Se acha um escritor, mas sempre procura no Google como se escreve impeachment. Entre tantos achismos uma certeza, a de que tem que melhorar como pessoa para parecer menos com um babaca.
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  • Cardaum Noface

    podcast mto gostoso de ouvir e com tema q gosto e esperava… faltou sr Nito dando umas reclamadas e o yuri… bom (ou mal, ja q possui uma seria falha no carater)… esse realmente nao e bem vindo… e na minha opiniao, nao me incomoda a questao dos midichlorians… entendo q a força esta em tdo e em tdos, porem somente quem possui eles acima de uma contagem “normal”, e o devido preparo, tem a sensibilidade de notar e manipular as nuances da força… um abraço

  • Saudações nobres colegas que buscam viver aquilo que Deus nos ensinou no meio do mundo atual…

    Apenas alguns comentários a respeito da saga Star Wars…ao meu ver é a história da família Skywalker e não apenas do Anakin, como comentado Anakin é o principal, o “chosen one” nos episódios 1, 2 e 3 (que são válidos na minha humilde opinião), mas o Luke é o principal nos episódios 4, 5 e 6 Darth Vader passa a ser mais um obstáculo para Luke do que personagem principal na história, é a saga do herói sendo contada na vida do Luke.

    Midichlorians (busquei no google antes de escrever kkk) são como as mitocôndrias no nosso organismo vide o nerdologia da semana passada ( https://www.youtube.com/watch?v=eKNxhebmGzI ). São seres que estão presentes no nosso organismo e nos tornam mais sensíveis a força. Quanto maior a quantidade mais fácil manipular ou usar a força. Li em algum lugar que no universo expandido é sempre feita a contagem antes de alguém entrar ou não para treinamento Jedi.

    Como o Eddiethedrummer comentou ali em baixo sobre fazer uma relação entre a Força e o Espírito Santo, eu sempre fiz uma associação entre a Força e a Fé na verdade. “Ele respondeu: ‘Se vocês tiverem fé do tamanho de uma semana de mostarda, poderão dizer a esta amoreira: ‘Arranque-se e plante-se no mar’, e ela lhes obedecerá’.” Lc 17:06 NVI e em Mateus e Marcos a tradução trás a palavra “monte”, mas a ideia é essa ao meu ver. Se tivermos fé verdadeira ou suficiente milagres podem ser realizados. Mas se observarmos a força como algo que flui através de nós e nos envolve também pode ser visto sim como um aspecto do Espírito Santo que pode agir através da gente e nos rodeia. Reflexões e reflexões…

    Particularmente gostos dos episódios 1, 2 e 3 por complementar a história. Assisti primeiro o 4, 5 e 6 e quis saber e ver mais Jedi em combate, quis saber como funcionava a ordem, como foi extinta e de onde surgiu esse império. Não é algo essencial, mas complementa.

    Acho que o que levou Anakin ao lado sombrio foi a tentação do Palpatine, sempre mexendo com o orgulho dele naquela questão de ele ser o mais poderoso de todos, sua raiva pela perda da mãe e o amor cego e incondicional por Padmé. Palpatine o seduziu com a promessa de que no lado sombrio encontraria um meio de Padmé não morrer e poder ficar a seu lado. “Porque o amor leva ao medo, o medo leva a” …e por ai vai…

    Demais é isso aí um abraço a todos…

  • YuLindo

    Adriano, quero deixar claro que não sou viadão só por que me neguei a ver a serie SW, sou por outros motivos… (ué)
    mas ja vi o episódio 7, bem legalzinho mesmo… forte abraço 😀

  • Silvana Oliveira E Silva

    Ouvindo a trilha sonora agora. JOHN WILLIAMS AOS 83 ANOS. O quê as pessoas esperavam? Seria surpresa se ele fizesse diferente do que fez. Um ótimo feijão com linguiça+arroz com cenoura e passas. Acertado no sal e no ponto. Eu odeio passas, mas depois de Oscars e homenagens no Oscar, não dava para esperar mais desse ancião. Apenas não deixou a peteca cair. Testamento pronto, William Ross divide a condução da orquestra nos créditos. Mr. Williams não precisa dar satisfação a ninguém, faz o que bem entende, ou não faz, como o bom velhinho do século XXI. E seu mérito está em não demência e estragar tudo.

  • Silvana Oliveira E Silva

    Foi o primeiro episódio que ouvi, sob indicação do próprio Cacau Marques, o onipotente da podosfera…
    A análise de vcs sobre a Hexalogia foi coerente, embora veja esse antagonismo entre a trilogia antiga e nova como fútil. Me apaixonei pela trilogia antiga remasterizada, e ao assistir aos filmes originais, tive os mesmos remelexos nas entranhas que vocês tiveram.
    Mas depois de muita reflexão, reverencio a ousadia de George Lucas por lançar tal filme louco em 1977. Uma ópera espacial sem precedentes (visto que um paralelo sólido como “Duna” permanece no ostracismo até hoje após 2 tentativas reais pelo menos) dá a Lucas seu mérito, apesar de sua loucura, sua covardia, e seu excesso de ousadia dependendo do momento.
    Eu vejo os prequels como resposta àqueles que desafiavam Lucas ao perguntar se ele faria algo relevante com Computação Gráfica, ao mesmo tempo um soco no estômago daqueles que amavam os animatrônicos. Concordo que o personagem de Anakin Skywalker foi mal desenvolvido mas, num século XXI onde as pessoas querem respostas rápidas e sequências que venham anualmente, ao contrário do que ocorreu com a trilogia clássica, um George Lucas que não tinha todas as respostas desde o início (um dos maiores blefes da História do Século XX), foi pragmático ao invés de perfeccionista. Então fomos presenteados com A Vingancia dos Sith, um filme “indoor”, diferente de ” O Ataque dos Clones”, cheio de panorâmicas e paisagens. O terceiro filme, pelo caminho trilhado pelos antecessores, nunca salvaria a trilogia nova. A menos que tivesse atores Sheakspearianos como aquele de Ben Kenobi véio (ah é, tinha morrido). Então a trilogia nova não chegou perto da original. Mas era para chegar? Ou só para esclarecer dúvidas? Eu me pergunto se há em algum registro de nosso amado e odiado ancião-milhonário-pós-disney-Lucas, alguma frustração após os 6 filmes. A frustração é toda nossa, uma crise sem solução. Se Leo de Caprio tivesse feito Anakin, o problema dos fãs seria a GCI, ou o roteiro, ou o diretor, ou a Impecável Natalie Portman, nunca citada em qualquer crítica, como a neurocirurgiã que entra e sai sem defeitos a olho nu. Talvez George Lucas tenha admitido seus erros após a aula que recebeu de um fã, JJ, que corrigiu os 3 erros fundamentais e entregou aos fãs ávidos um filme de roteiro ainda aberto, com perguntas sem respostas, uma nova jornada de herói do Século XXI, um grupo de protagonistas multirracial e multigênero, sem rótulos, 2 enigmas que já dão o que falar, alguns remanescentes da Velha Guarda e duas grandes perguntas: Há redenção para quem foi o mais longe do que qualquer um esteve? Para uma boa escolha, é necessário berço ou bom senso somente?

    Como eu disse há alguns dias estou me preparando para levar os netinhos ao episodio XIII. Então, bem-vindo episódio VII.
    Vocês foram melhores que muitos podcasts toscos por aí que se propõem a discutir apenas cinema. Então parabéns!

  • Eu fico tentando achar alguma relação da força com o Espírito Santo (apesar de Star Wars não ter), pois se você se deixar influenciar pelo lado negro (sua carne), você se afasta do lado da luz (Espírito Santo). Por isso, é preciso sempre seguir os “conselhos da força”, buscando fazer o bem, para que o poder da força seja aperfeiçoado. Que acham?

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  • Fabio Santos

    O único distúrbio na força que sinto é quando vejo o cara dizer que não tem tempo pra gravar Biblecast, mas aparece por aqui de pagando de Chewie (pra bom entendedor 119 podcasts bastam).

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