Como Você Vive Sem Essas Tecnologias dos Anos 90?

Tá, eu sei… Basicamente tudo o que a gente amava no quesito TECNOLOGIA nos anos 90, encontramos hoje em um único aparelho, com gráficos melhores e mais capacidade de armazenamento. Mas racionalizar esse tipo de coisa acabar com o encanto e a saudade daqueles tempos de (rev)evolução.

Eu nasci na década de 80, mas só passei a ter consciência da minha existência na década de 90. Então, não tenho aquele sentimento nostálgico da década de 80, apesar das músicas serem melhores 😉 (nessa hora parei para colocar uma playlist de música dos anos 80 no Spotify).

 

Spotify Hoje. Mas… E Naqueles Tempos?

Quer algo mais supimpa que isso pra curtir um som?
Quer algo mais supimpa que isso pra curtir um som?

Sabe uma coisa que era ostentação de verdade? Depois de eu ter tido um Walkman vermelho e meu irmão mais velho um amarelo, na década de 90, meu irmão ganhou um Discman azul (e eu, nada! Afinal era muita grana e o salário mínimo era menos de R$200).

Cara, aquilo consumia uma pilha sem fim. Lembro de colocarmos pilha no congelador para conseguir ouvir mais uma música. Naquela época não tinha pilha recarregável. E era difícil pacas ter CD, afinal era caro também, né galera!

E hoje, o que substitui o Walk e o Discman?

 

Joguinho no Facebook? Que Facebook?

Não tínhamos Colheita Feliz, Candy Crush ou qualquer coisa do gênero. Internet? Só se você tivesse um amigo ou parente rico, que tivesse computador. E ainda assim, era impossível imaginar jogar qualquer coisa através do telefone.

Mas tínhamos duas coisas absolutamente viciantes: os lindos, amados, idolatrados, “salve, salve”: Tamagotchi (que na real, era o original e o mais caro. O mais tradicional era esse aí da foto, o Rakuraku Dinokun) e o Minigame <3 Deu até um calorzinho no coração! 

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Acordar e olhar, antes de fazer qualquer outra coisa, pro seu Tamagotchi e limpar o cocô, dar comida, brincar com ele… Ver seu “primeiro filho” crescer feliz e animado… Ah, que delícia!

E o Minigame? Cara, jogar Tetris horas e horas, por um preço muito mais acessível que um Gameboy (família pobre, gente, família pobre). Jogar a versão deles de Enduro… Para tudo, gente! Quero um simulador desses jogos agora, no meu…

 

E as Tecnologias de Gente Grande?

E por último, dois aparelhos revolucionários, coisa de executivo grandão e poderoso: o Pager (ou Bip) e o Palmtop (hahahahahahahahahahahaha).

Dentro de mim eu me acabo de diversão com a perspectiva dessa pancada de aparelhos que hoje são facilmente substituídos por um tablet (que também já está com seus dias contados), pelo seu notebook, ou no caso, por aquele aparelho misterioso, que provavelmente fica com você o tempo todo, debaixo do seu travesseiro, na sua mesa, no bolso ou, provavelmente, na sua mão, por onde você lê esse texto agora: seu smartphone.

Obrigada tecnologia! Obrigada anos 90!

Imagina o que eu pensarei sobre os dias de hoje, lá no “longínquo” 2026? 😉

Aline Toledo
Comentei no site até não me aguentarem mais e me chamarem pra gravar. Escrivinho pautas e textos por aqui. Administradora frustrada, sou fotógrafa nas horas úteis, Bozolina nas horas vagas. Gosto de ajudar, de ser querida, de falar, de rir esquisito, de comer a vontade (pedindo a Deus para não engordar) e me apego fácil. Choro como a Chiquinha, rio como uma hiena. Amo esse projeto e sou grata a Deus por vocês, ouvintes e leitores.
  • Thais Xavier

    Me lembro que meu pai desembolsou 100 pilas no discman. Mesmo já sendo anos 2000 (pobre tem as coisas mais tardes rss), o bichinho fez sucesso no meu ensino médio, sempre tinha alguém para dividir os fones de ouvidos. Mas os desgramento arranhou todos os meus CDs do System Of a Down.
    Já o bichinho virtual (era assim que eu conhecia) realmente fez parte da minha infância, custava 5 conto e durava dois mês e o minigame foi a porta de entrada para o mundo dos vídeo games.

  • Fábio Santos

    Passando pra dizer que seu artigo não passou despercebido. Parabéns!

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