Pupilas em Brasas #78 – Vampiros – A Maldição da Eternidade

Durante séculos a lenda vem sendo espalhada com sangue e medo. O mito dos chupadores de sangue perdura até hoje. Apreendemos a filmar e já registramos as histórias desses seres fantásticos.

Nesse podcast, Léo Agrelos, Samuel Santos e Nito Xavier relembram as grandes histórias dos vampiros, os grandes filmes e outros nem tanto.

Quer saber o que os vampiros tem haver com você? Então ouça até o final.

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Leonardo Agrelos
Se acha um host, mas não sabe houstear. Se acha um podcaster, mas tem a linguá presa. Se acha um nerd, mas nunca terminou de ler O Senhor dos Anéis. Se acha um escritor, mas sempre procura no Google como se escreve impeachment. Entre tantos achismos uma certeza, a de que tem que melhorar como pessoa para parecer menos com um babaca.
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  • Luiza Voigt

    O filme de 1985 que vc estava tentando lembrar (o tal da Sessão da Tarde), acredito que seja o FRIGHT NIGHT – A Hora do Espanto, filme de Tom Holland. Na verdade, o protagonista não tenta provar à MÃE que o vizinho é um vampiro, e sim à namorada, que ficou encantada pelo dito cujo. É um filme que marcou a década de 60, com vampiros horríveis. Este também foge um pouco do padrão, quando o rapaz mostra a cruz para afungentá-lo e o vampiro ri, dizendo “É preciso ter fé para isso funcionar!”. Em outro momento, com fé, a cruz de fato funciona. 🙂

  • Luiza Voigt

    A ideia de que vampiros queimam à luz do sol consagrou-se com Nosferatu – o diretor criou esta característica neste filme (E realmente, o título de Nosferatu seria “Drácula”, assim como o livro de Bram Stoker – em que foi inspirado. Porém, como o próprio Stoker não autorizou o uso do nome, o diretor Friedrich-Wilhelm Murnau resolveu alterá-lo para o título atual). Enfim, a ideia do sol pegou, mas não era uma caracteristica do mito consagrado por Bram Stoker. No livro de Stoker, ele anda à luz do dia – e este detalhe foi mantido na adaptação que foi às telas pelo diretor Coppola. No livro de Stoker, o mito não é identificado com Vladm, o Empalador (já o filme de Coppola, sim). Edward é um vampiro ridículo não orque anda ou brilha à luz do dia. Eu penso que sofrível foi o argumento, a escrita da autora é pobre, e a atuação dos protagonistas é fraca. Mas licença poética sempre houve… Inclusive, curiosidade: no livro de Bram Stoker não há romance algum. Drácula é pouco mais que uma besta, sem espécie alguma de sentimento por ninguém, muito menos com Mina. O filme de 1992 (na minha opinião, um dos melhores filmes de todos os tempos em inúmeras categorias), por outro lado, já traz a ideia de amor eterno em primeiro plao. Outra curiosidade sobre essas “licenças poéticas”: o filme de 79, Drácula, com Frank Langella, cria uma história de amor não com Mina (esta é a amaldiçoada que vira vampira), mas com a amiga desta, Lucy.
    O mito do vampiro existe desde a antiguidade, embora não carregasse esse nome. Eram seres que sobreviviam alimentando-se da essência vital de criaturas vivas. Hoje em dia, até mesmo as pessoas que nos “sugam” energia de uma forma que não sabemos explicar, acabam ganhando este nome. Mas, sejam vampiros de hoje, de ontem ou de anteontem, as adaptações, releituras e imaginação são livres. Faz parte da riqueza e da evolução do mito.
    No caso do pobre Edward, o que merece muitas críticas, ao meu ver, não é se ele pode andar à luz do sol, se ele brilha, cintila ou se solta purpurina. O caso é que os personagens não têm consistência, os atores (ou mais ainda, a direção) estão fracos, e a história me parece cafona (não só o Edward, mas o lobisomem também…). De qualquer forma, tem gosto pra tudo, há que adore a “Saga” – e assim é o mundo: nem Jesus, nem Drácula, agradaram a todos e… c’est la vie! 🙂

  • Luciano Batista

    Eu já cheguei a ficar meio avesso ao tema “Céu” por um tempo na igreja, justamente porque ficou pobre.

    Pelo que entendi… a Bíblia não descreve o céu… justamente porque o céu aparece para resolver problema terrenos. Se não haver lagrimas, dor, sofrimento é uma descrição do céu… mesmo as vestes brancas que aparece no Apocalipse… é a veste de Cristo que simbolicamente vai vestir todos que vão entrar lá.

    em fim… nossa certeza de compreensão da Bíblia deixou pobre a intenção do escritor.
    eu vi um kra defendendo que o céu vai ser em uma montanha… sendo que as referencia de montanha… eram por causa do monte onde ficava o templo, ou onde Deus falou com Moisés.
    bom… obrigado pelo cast… ficou muito legal tanto o tema como o desenvolvimento… (até o crepúsculo do Nito kkkk)

  • Não curto tanto assim filmes de vampiros. Até gosto de alguns, mas ainda sou mais da linha “zumbis”. Parece que os zumbis são mais próximos da “realidade”, então as “aventuras” me envolvem mais do que produções com vampiros e outros seres que “não existem”. Ou isso é o que os vampiros querem que eu pense.

    O filme que o Nito comentou é o Fright Night (A Hora do Espanto). Tem um remake de 2011.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  • Jonas Souza Netto

    Sacanagem falar de vampiros sem usar a música da Rita Lee… Rsrs! Gostei muito!

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