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Pupilas em Brasas #84 – Breaking Bad – O Primeiro Elemento

Muitos foram os pedidos e aqui estamos!

Se arriscando para comentar esse enorme sucesso de crítica e público, Léo Agrelos, Adriano Toledo, Fillipe Rocha, TioNoob e Nito Xavier, colocam seus macacões amarelo para cair de cabeça no mundo azul de Jesse Pinkman e Walter White.

Mas cuidado! O Ministério da Saúde adverte: Escultar esse podcast pode ter dar uma vontade irresistível de reassistir (ou assistir) a série.

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Leonardo Agrelos
Se acha um host, mas não sabe houstear. Se acha um podcaster, mas tem a linguá presa. Se acha um nerd, mas nunca terminou de ler O Senhor dos Anéis. Se acha um escritor, mas sempre procura no Google como se escreve impeachment. Entre tantos achismos uma certeza, a de que tem que melhorar como pessoa para parecer menos com um babaca.
http://www.pupilasembrasas.com.br
  • Mais um que entra pra minha lista de “Ouvirei no Futuro” pois não vi BB !

  • O mais incrível da série é a transformação do Walter White. No início, a gente torce pra ele e quer que ele se de bem. No final, ficamos amigos do Jesse e queremos que o Walter se exploda hahaahaha

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  • Igor Reis

    Fala galera. Obrigado pela oportunidade de ouvir sobre uma série que está em meu Top 4. Por incrível que pareça, eu conheci Breaking Bad em 2014, na Netflix. Ou será no Netflix? Assisti numa média de 5 episódios por dia. Nesse período eu estava terminando a faculdade e fazendo TCC, mas dei um jeito. Alguns acreditam que os primeiros episódios são morosos para demonstrar quão lamentável era a vida de Walter White. Mas, os dois últimos episódios da primeira temporada são gratificantes. Vince Gilligan foi muito corajoso quando decidiu fazer isso.
    O que mais me chamou atenção na série foi no final do diálogo da Coca-Cola, quando ele diz: “Eu sou o cozinheiro, eu matei Gus Fring. Agora, diga o meu nome”. Eu prefiro a versão em inglês: “say my name”.
    Alguém no cast disse que sente falta da série como se fosse um familiar. Conversando com amigos alguns dias atrás, eu disse o mesmo sobre a série How I met your mother. Tá aí uma série que merecia um pupilas, muitas aplicações podem sair desse sitcom. Já vi 5 vezes e estou vendo pela sexta vez.
    O maior erro de Walter foi o orgulho em não aceitar a ajuda dos seus ex-sócios e de provar para si mesmo que ele era especial, que poderia ter, também, um “empreendimento” milionário. O erro de Lúcifer foi esse, ter o que não podia e o fim dele será igual ao do Mr. White.
    Quando disseram que ele foi se tornando mau aos poucos, me lembrou a inversão da justificação pela fé. Muitos acreditam que se uma pessoa pecou e não pediu perdão à Deus antes de morrer, essa pessoa está perdida. Pensam que a salvação é uma porta giratória, igual aquelas de banco. Tá perdido, tá salvo. Em Ap. 20:11-12, Mt. 16:27, Ec. 12:14 nos fala que seremos julgados por nossas obras, ou por toda obra. Eu acredito que a salvação é como um elevador. Se a pessoa tem uma vida de pecado e às vezes pede perdão, mas não tem um arrependimento verdadeiro, não busca à Deus é como se fosse um elevador descendo, mesmo se a pessoa pular, ele vai continuar descendo. Mas, se a pessoa está sempre buscando a Deus toda vez que erra tem um coração arrependido, tropeça em algum pecado, mas levanta, se arrepende de verdade é como se fosse um elevador subindo. Mesmo que a pessoa caia no elevador, ele vai continuar subindo. São nossas escolhas quem ditam o nosso futuro, tanto aqui na terra, quanto celestial.

    P.S.: Um dia eu escutei alguém falando que gosta de e-mail longo, tá aí!

  • Lara Liz

    obaaa!!! Super série, super podcast!!!] Para nossa alegria !!!

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