Pupilas em Brasas #94 – Arrival: Fala que Eu te Esculto

É incrível como as coisas que fazemos em nossa vida, sem pretensão nenhuma, acabam coincidindo com algo muito maior.

Esse podcast foi editado na semana que ocorreu atentados cruéis na Síria e no Egito. Chocando o mundo e comovendo milhões. Embora esse podcast tenha sido gravado antes desses eventos horríveis, a mensagem dita é atual e será refletida muito tempo depois que esse cast chegar ao fim.

Nesse podcast reunimos Léo Agrelos, Adriano Toledo, Igor Reis, Audrey Oliveira e Nito Xavier para comentar esse filme que nos faz refletir sobre o PODER da comunicação

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Segue o clip da música final desse podcast. Foi escolhida não só por sua letra, mas pelo esforço em mostrar que ao redor do mundo, independente da cor, posição religiosa ou politica, existem pessoas que querem a mesma coisa. Elas se juntaram e fizeram esse clip.

 

Leonardo Agrelos
Se acha um host, mas não sabe houstear. Se acha um podcaster, mas tem a linguá presa. Se acha um nerd, mas nunca terminou de ler O Senhor dos Anéis. Se acha um escritor, mas sempre procura no Google como se escreve impeachment. Entre tantos achismos uma certeza, a de que tem que melhorar como pessoa para parecer menos com um babaca.
http://www.pupilasembrasas.com.br
  • Curti o filme. É interessante como tudo volta para a questão da unidade, do amor ao próximo. Cristo já nos ensinou que egocentrismo e hedonismo não fazem bem para a humanidade (muito menos para o relacionamento com Deus). Mesmo que o foco seja a “comunicação”, é interessante perceber que o “pensar no outro” também está presente nas entrelinhas 🙂

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  • E depois de tanto tempo e vi o filme…..
    Concordo com o Nito,o filme é determinista,Deus não.
    E quando ela fala “Eu escolho aceita”,é tipo :”Ok,é isso,se eu já estou vendo isso,é pq já aconteceu,basta eu aceitar”.
    vlw amigos 🙂

  • Jônathas Sant’Ana

    Hahahaha eu fiquei empolgado com o trailer do filme por: 1) Villeneuve (eu já sabia que não ia ser convencional) e 2) No trailer já dá pra saber que a linguagem é o lance da história e não os aliens em si.
    Depois eu vi o filme ficar um BOM tempo com 100% na cotação do Rotten Tomatoes e o rating na casa dos 8/10…
    Villeneuve até então não me decepcionou, embora minha opinião seja divergente da de vcs no sentido de que A Chegada pra mim, cinematograficamente é o filme mais fraco que assisti dele (ainda não vi Incêncios nem Polytechnique). O melhor roteiro é O Homem Duplicado e o melhor visual é o de Sicario.
    Concordo sobre o Nolan ter ficado didático demais desde A Origem.

  • Thamires Nascimento

    Comecei ouvindo o post, porque sou dessas que não se importam com spoiler, mas fui convencida antes dos 3′ q deveria ir ver o filme antes… E fiquei a maior parte do filme pensando “aonde essa história quer chegar”, e foi muito bom quando deu a explosão e fiquei LOL. A sacada do filme pra mim foi que somos limitados ao tempo, e Deus não, e muitas vezes especulamos o que teríamos feito no lugar de Deus em algumas situações. Mas, assim como a Louise ao ver o que aconteceria aceitou o que estava por vir e com certeza aproveitou muito mais cada momento, será que também faríamos o mesmo ao invés de questionar o tempo todo porque as coisas não acontecem no tempo desejado, ou nem acontecem. Meu mundo não pode se limitar ao que sei, e sim aprender com outras visões e crescer.

  • Hermano Marques

    Muito bom o podcast. Trataram do filme com uma linguagem bem interessante e inteligente. Assisti esse filme e quero assistir novamente. Muito interessante o assunto das linguagens e comunicação interpessoal.

  • Audrey Oliveira

    Oi Galera!
    Depois de ouvir esse cast e terminar de ler o livro preciso colocar algumas coisas aqui pra vocês que eu não consegui falar direito no cast. Vou colocar em tópicos. (sobre o livro)
    – Eles falam que chegam sobre naves em órbita sim, mas não falam se está dentro ou fora da Terra. E como eu disse o que tem pousado no campo na Terra são os espelhos.
    – São nove espelhos só nos EUA e 112 no mundo todo.
    – Os espelhos são semicircular com 3x6m.
    – No começo ela parece não entender o que está acontecendo nessas lembranças do futuro, mas perto do fim do livro ela já tem plena consciência do que está acontecendo e que é assim que os Heptapodes pensam e são.
    – A Louise classifica a escrita Heptapode de semasiográfica e não sazograma como disse no cast.
    – O tema central é a discussão entre determinismo e livre arbítrio.
    – No filme ela só aprende a escrita dos Heptapodes enquanto no livro ela aprende tanto a escrita, que ela chama de Heptapode A, quanto a falada, que ela chama de Heptapode B.
    – Ela não era tradutora e nem gostava de atuar como tradutora.
    – Ela e o Ian começam a namorar no meio da história, enquanto eles ainda estão trabalhando com os Heptapodes e não no fim como no filme.
    – A pergunta chave é: como o futuro afeta o meu presente?
    – Os Heptapodes já sabem o que vai acontecer, mas para que isso seja verdade e válido a situação precisa acontecer.
    – Por ela saber do futuro como os Heptapodes, ela sabe como agir no presente.
    – Tudo isso me lembra o que o pastor Tiago Arrais fala. Que o que nós sabemos do futuro deve afetar o nosso presente. Ex: saber sobre a volta de Cristo e “como vai ser viver com Ele a eternidade” (as aspas são porque não temos a visão completa do futuro só fragmentos digamos assim) deve impactar e mudar nosso jeito de ser e viver no presente. Essa verdade deve me mudar.
    – O autor tenta mostrar que determinismo e livre arbítrio podem coexistir, que uma não anula a outra. (muita doidera esse livro, no bom sentido)
    – É uma leitura que prende, mas não é simples. Muitas vezes se assemelha a leitura acadêmica.
    – Os Heptapodes avisam ela que vão embora e logo em seguida os espelhos ficam tranparentes, completamente inúteis.
    – Os espelhos são feitos de sílica fundida.
    – Ela não conhece a língua dos Heptapodes por completo, não entende eles completamente e nem sua cultura.
    – Ela não escreve nenhum livro.
    – A parte de tensão no filme com o presidente chinês não existe no livro.
    – Resumindo: é um livro muito complexo, difícil de entender e que faz você pensar e refletir bastante. RECOMENDO.

  • Igor Reis

    Fala galera. Eu não se se acontece com vocês. Mas, é muito estranho ouvir a própria voz. Agradeço pelo convite e não esqueçam dos próximos. Abraços

  • Irving Reis

    Como sempre, gostei muito desse tema. Assim como no filme, a intenção da comunicação é nos unirmos, e ela quer dizer mais “o que o outro entende” do que “aquilo que você fala”. Como será que estamos sendo entendidos? Estamos sendo pessoas amáveis ou apenas dizemos ser?

  • Matheus Tavares

    Muito bom.. Faço parte dos teimosos que não assistiram o filme mas mesmo assim ouviram o podcast. Agora a vontade de assistir o filme aumentou rs

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