Pupilas em Brasas #95 – 13 Reasons Why: A Pior Época

Aqui é Léo Agrelos, ao vivo e em stereo. Mas não só eu. Nesse podcast, Aline Toledo, Karen Rhayanna, Kézia Gouveia e Nito Xavier estão aqui para comentar essa série que ao mesmo tempo que está sendo elogiada por especialistas da área infanto adolescente, também está a ser criticada.

Conscientização ou glamorizarão do suicídio?

Descubra apertando o play, seja lá em qual aparelho você esteja ouvindo.

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Leonardo Agrelos
Se acha um host, mas não sabe houstear. Se acha um podcaster, mas tem a linguá presa. Se acha um nerd, mas nunca terminou de ler O Senhor dos Anéis. Se acha um escritor, mas sempre procura no Google como se escreve impeachment. Entre tantos achismos uma certeza, a de que tem que melhorar como pessoa para parecer menos com um babaca.
http://www.pupilasembrasas.com.br
  • Ótimo episódio pessoal! Eu curti a série, mas não é pra qualquer um. Penso que para aqueles que estão “passando por isso”, pode piorar, mas para os outros, é uma mensagem necessária. Como o Leo comentou, nessas horas que percebemos que já fomos o agressor, e nos faz refletir como temos valorizado as pessoas ao nosso redor, antes do nosso próprio ego.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  • Lara Liz

    trilha sonora do cast please, recomendo a série e pensar na dura temática tratada.

  • Juliana

    Tem uma mulher que corta demais os participantes, começando pelos 7 min. Acredito que todos tinham muito a dizer, e eu gostaria de ter ouvido mais a opinião deles, incluindo a da Késia, que teria muito a dizer devido a sua profissão.
    Aos 8min uma moça diz que, nas primeiras 7 gravações os motivos que a Hanna apresenta não são motivos para alguém se matar. Acredito isso não deve ser dito em hipótese alguma, porque o que incomoda uma pessoa pode não incomodar a outra, e além disso, não sabemos o que está acontecendo na vida dessa pessoa, o que ela está sentindo e nem os problemas que essa pessoa está enfrentando.
    É importante lembrar que, quando alguém se suicida, isso é responsabilidade de todos, pois ninguém é uma ilha que vive sozinha. Somos seres que se relacionam, e o que fazemos influencia no outro, tanto positivamente, quanto negativamente, tanto hoje, quanto no futuro, isso falando de coisas corriqueiras.
    Dizer que “isso não é motivo” é o que todos fazem, quando alguém está depressivo e procura ajuda e alguém diz isso, esta pessoa se sente pior ainda. Se você acha que o que a pessoa diz é fácil de ser resolvido e/ou enfrentado, seja alguém que irá ajudá-la, e não mais uma pessoa a julgar.
    Depois da metade do áudio vocês “consertam” a fala desta moça, e isso foi muito válido.
    Fora isso foi ótimo tudo o que vocês falaram. Parabéns!

    • Aline Toledo

      Oi Juliana, creio que seja de mim que você está falando. Sinto muito ter te incomodado durante o programa.
      Desculpa também se soei como tendo diminuído o problema da protagonista. Não foi minha intenção.
      Obrigada pelo feedback 😉

  • LucAs L. Sousa

    Fala pessoal do pupilas.
    Sou um fã do cast e escrevo para vocês pela primeira vez.

    Desisti da série pelo fato de ser arrasta pra c$&&, porém as discussões são pertinente sobre questão do suicídio, tratada como tabu na sociedade.
    Senti a falta de explorar um pouco mais sobre o comparativo do adolescente brasileiro e cultura Winner or Loser norte americana.

    Ate onde assisti a séria trata o suicídio de forma romantizada, isso pode confundir seu público, pois os casos devem ser tratados como um alerta é de saúde mental.

    Aí Nito, em certos momentos do cast você começava uma frase e terminava com uma voz feminina te cortando estranho, deve ser a edição.

    Forte abraço a todos

  • LucAs L. Sousa

    Fala pessoal pupilas.
    Sou um fã do cast e escrevo para vocês pela primeira vez.

    Desisti da série pelo fato de ser arrasta pra c$&&, porém as discussões são pertinente sobre questão do suicídio, tratada como tabu na sociedade.
    Senti a falta de explorar um pouco mais sobre o comparativo do adolescente brasileiro e cultura Winner or Loser norte americana.

    Ate onde assisti a séria trata o suicídio de forma romantizada, isso pode confundir seu público, pois os casos devem ser tratados como um alerta é de saúde mental.

    Aí Nito, em certos momentos do cast você começava uma frase e terminava com uma voz feminina te cortando estranho, deve ser a edição.

    Forte abraço a todos.

    • Aline Toledo

      Devo ter sido eu, foi mal, cara 😉

  • Luciano Batista

    A série fica cansativa nas primeiras fitas até a sétima, mas no geral vi a série como positiva. até coloquei como tema do pequeno grupo daqui (eles gostam de temas polêmicos como musica, vestuário e etc.).

    “Melhor é a boa fama do que o melhor ungüento, e o dia da morte do que o dia do nascimento de alguém. Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração. Melhor é a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração. O coração dos sábios está na casa do luto, mas o coração dos tolos na casa da alegria. Melhor é ouvir a repreensão do sábio, do que ouvir alguém a canção do tolo.”
    Eclesiastes 7:1-5

    Só to citando porque acho realmente relevante.

    Acho que o ponto mais relevante desse episódio foi a reflexão sobre as formas diferentes em que as gerações encaram os problemas da vida. Acho que os pais sempre serão culpados nessa história, porque sempre serão desatualizados… as novas gerações sempre chegam respirando um ar de tecnologia e eu até notei que eu e meus pais nos relacionamos de forma muito diferente com o acesso a informação. Tipo, chega um boato pelo WhatsApp ja se assustam e mandam pra todo mundo, enquanto eu ja verifico na hora e saio corrigindo todo mundo kkkk. pra minha mãe isso soa ofensivo e pra mim é muito ruim as pessoas acreditarem em cada lenda urbana que surge no Whats.

  • Igor Reis

    Iae pessoal. Venho aqui agradecer ao Leo Agrelos por me indicar a série. Eu vi a série durante a semana, para no fim de semana fazer uma palestra no culto jovem da minha igreja sobre a série e o jogo Baleia Azul. A galera gostou.
    Eu não acho que memórias póstumas de Hannah Cubas deva ter uma segunda temporada. Pra mim a história acabou ali. Tem gente que odeia pontas soltas. Pra mim a vida é assim e podia ser na série. Eles formaram uma turminha, parecendo aquelas da Warner, e quando fica assim a gente já sabe o que acontece.
    Esse cast precisava de mais duas horas. Dá pra fazer um pupilas sobre cada episódio. Muitos tabus para quebrar.
    Também passei por maus bocados na época de escola. Eu tinha meu próprio bully. Quando eu tinha uns 10 anos de idade eu havia batido a testa em uma parede, no retiro de carnaval e precisou de pontos. Como estávamos em uma fazenda, a enfermeira deu um jeito. Se passaram alguns dias e eu já havia voltado às aulas, estava bebendo água naqueles bebedouros de ferro, onde precisa agachar pra beber água. Ele pegou a minha cabeça, bateu contra o bebedouro e a ferida abriu de novo. Desde o pré até o nono ano ele sempre foi um empecilho.
    Gostei muito dos vídeos promocionais que o youtube fez com casos de bullying reais.
    Abraços

  • Tauan

    Quanto mais escuto sobre essa série menos me dá vontade de assistir de tão depressiva que parece. De qualquer modo, tem outra face extrema dessa questão de bullying que não é o suicídio e sim o assassinato. Columbine está aí para provar que tem quem tente matar os “porquês” antes de tentar se matar. Isso acontece vez por outra nos EUA, mas no Brasil já teve o caso de um cara que entrou numa escola matando todo mundo que “lembrava” os caras que zoavam com ele. A discussão que a série está gerando mostra que o suicídio pós-bullying está mais próximo do que geralmente se pensa. Será que um “efeito columbine” também não está mais próximo a essa cultura atual do que imaginamos?

  • Nelinton Medeiros

    Olha, fazia tempo que eu não ouvia o Pupilas e fiquei surpreso pela qualidade, técnica e principalmente da discussão.

    Abordaram um tema espinhoso de forma magistral, ouvindo inclusive a parte mais afetada. Aplaudo de pé!

    Quanto à trilha sonora: links, por favor!!! Essa música final é simplesmente fantástica!

  • Raiana Sousa

    Muito bom!!! Abordaram esse assunto de maneira saudável e profissional. O olhar empático e conscientizador sobre a série foi de grande valia. Abraços

  • Gui Sah Laurinha Benz

    Realmente era a pior época…
    Passei por vários problemas em minha vida escolar, eu sempre fui um dos alunos mais quietos da escola, percebemos que a infância e a adolescência são períodos cruéis na vida de um individuo.
    Eu poderia descrever cada uma das perseguições que ocorreram em minha infância, mais seria longo e mais.
    Sofri muito, fui muito zuado nesse mesmo período, alem de sofrer uma “perseguição” na escola, eu sofria com meus pais que sempre viveram a margem de uma separação, imaginem uma criança com um histórico deste?
    Se eu não me apegasse a Deus eu tenho certeza que eu poderia fazer um “50 reasons why ”
    O tempo foi passando e só foi aprender a conviver com isso quando ja estava no terceiro colegial, mas até chegar essa fase, foi um período difícil.

    Obs: É excelente serie, e recomendo a todos, desde que não tenham sentimentos suicida…
    Obs²: No colégio para piorar eu era bolsista, e quando sai do colégio particular e fui para o publico fui zuado de igual forma…

    • Audrey Oliveira

      Acho que poucos não sofreram na adolescência na escola. Não sei quanto a você, mas pra mim as vezes a vida dá um TBT dessa época.

      • Gui Sah Laurinha Benz

        Oque é TBT? rsrs

  • Audrey Oliveira

    Concordo que a série fica meio arrastada no meio da temporada com uns porquês que não eram tão importantes, isso foi um certo erro de roteiro pra mim. Não precisavam de 13 episódios pra contar a história da Hanna. Até poque a história no livro passa em apenas um dia. O Clay ouve tudo de uma vez só.
    Também concordo que pessoas frágeis e que estão passando por problemas não pode assistir sozinha, mas todos devem assistir porque a série é ótima e trata muito bem dos temas abordados.
    Principalmente aqueles que são cristãos e falam tanto sobre amor ao próximo devem assistir, porque é basicamente sobre isso a série toda.
    A história da Hanna e da Jessica me lembrou do documentário Audrie e Daise do Netflix. Isso mostra o quanto isso é real.
    PS: amei a trilha sonora da série, me fez lembrar de Strangers Things por ser retrô.
    PS1: Quem assistiu a série dublado perdeu a linda voz do ator que interpreta o Clay.
    PS2: Arrasou na música final Nito!!!

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