Entre o Certo e o Errado Existe 50 Tons de Cinza

Vamos falar de polêmica: Sexo no cinema.size_810_16_9_50-Tons-de-Cinza

Como é um assunto extenso e complexo, esse não será o único texto, mas o primeiro de uma série. Quero deixar claro aqui que, primeiramente, trataremos de opiniões particulares sob a luz da cosmovisão cristã. Se você não aceita o cristianismo ou não concorda com minha opinião, tudo bem, vamos conversar, nada aqui é regra, lei ou imutável. Tem muita coisa que não entendo/conheço.

Em segundo lugar: COMENTEM. Se discorda, se concorda, acrescente, critique. Quero aprender, sua experiência pode me ajudar a chegar em conclusões mais adequadas. Tem muita coisa acontecendo agora ao redor do mundo sexual, em si. Religioso também.

E devo confessar: esses textos surgiram de conversas extensas e complexas entre o grupo de participantes do Pupilas em Brasas decorrente do “hype” reascendido de “Cinquenta Tons de cinza”.

Não, não falaremos ainda sobre a obra. Nenhum dos participantes leu os livros – ou teve coragem de confessar que leu 😉 – e ninguém ainda teve a oportunidade de ver o filme. Mas o debate aconteceu e queremos tratar de outras obras que tratam de temas parecidos até que possamos falar de “CTdC”.

Vivemos em tempos de redefinição do que é orientação sexual (sim, há quem só tenha relação homossexual quando fuma maconha, e não se denomina gay), também de redefinição do que é família; novas leis sobre casamento e adoção de filhos. Há lutas para liberação de maconha e para aprovar o aborto. Todos os assuntos acima são importantes. Estamos numa sociedade confusa e em transição; globalizada: todos os acontecimentos no exterior nos afetam; obviamente, o cinema, as séries de TV, os jogos de videogame e os livros retratam essa nossa realidade.

Bom, eu sou casada, num relacionamento heterossexual, sou religiosa, e minha família ainda assim não é convencional, porque muitos não consideram que eu possa ter “filhos” peludos de quatro patas! Não é nossa intenção julgar, mas analisar. Qual limite para um cristão, no entretenimento, não se contaminar? Podemos assistir nudez, insinuação ou cenas explícitas de sexo (filmes pornôs, ou filmes comerciais que tenham cenas explícitas sem penetração), romance heterossexual fora do casamento, documentários sobre pedofilia, zoofilia, um romance homossexual?

Independentemente da sua opinião sobre certo e errado, o assunto é: esse tipo de estímulo te leva a que? Raciocinar? Refletir? Sentir prazer? Fantasiar?eu-tentei-gostar-de-50-tons-de-cinza.html

Passaremos por uma série de obras que trarão essa discussão. “Shame” com o Michael Fassbender, Juno com a Ellen Page, Ninfomaníaca – Partes 1 e 2 do Lars Vontrier, e claro, uma hora chegaremos lá: Cinquenta Tons de Cinza.

Vamos falar de aspectos morais, religiosos, fisiológicos, psicológicos, e tudo mais que nossa filosofia de “bar” e o “Dr” Google nos permitir falar.

Venha conosco mergulhar nos prazeres e alegrias desse assunto tão tabu, querido, essencial e negligenciado: SEXO. Será um prazer! (Ahh gente, vai! A piada estava pronta, já!)

 

Aline Toledo
Comentei no site até não me aguentarem mais e me chamarem pra gravar. Escrivinho pautas e textos por aqui. Administradora frustrada, sou fotógrafa nas horas úteis, Bozolina nas horas vagas. Gosto de ajudar, de ser querida, de falar, de rir esquisito, de comer a vontade (pedindo a Deus para não engordar) e me apego fácil. Choro como a Chiquinha, rio como uma hiena. Amo esse projeto e sou grata a Deus por vocês, ouvintes e leitores.
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